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Elogio em processo seletivo para o doutorado

Conclusão da pretensa orientadora durante a entrevista deste ano para tentar entrar no doutorado (5 anos já de "nãos"...): " Não é possível executar esta pesquisa porque teu projeto não é disciplinar, não é científico e está fadado à frustração porque está fora dos limites da razão, e nada avança fora dos limites da razão ". Poucas vezes fui tão elogiado.  

Nature (Poema, 2013)

Nature (2013) Nature, Why did you created us? Can you reveal me it was not a mistake? Nature… Had you the right to decide? Have you how to decide? Is decision a part of your being? If not… are we?

Contribuições para a redefinição das origens do pentecostalismo (Pseudohistória, 2013)

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CONTRIBUIÇÕES PARA A REDEFINIÇÃO DAS ORIGENS DO PENTECOSTALISMO (2013) Introdução A busca pela origem é um definidor daquilo que podemos chamar de humano, de propriamente humano, de genuinamente humano, de inescapavelmente humano. Todo humano – que se preze e que não se preze – é um buscador de origens. Buscamos aqui as origens históricas e teológicas do movimento pentecostal no âmbito do protestantismo cristão. Nem sempre a historia do mundo humano surge no passado. São incontáveis os casos em que a historia surge no instante em que a mente é fecundada pelo encontro com documentos. A historia do pentecostalismo, movimento religioso impressionantemente crescente, pode neste momento ser reescrita graças ao encontro com o precioso texto “Orai Altíssimo” do bispo mexicano Carlito Melendez Jr., datado de 1878 – mais de duas décadas anterior ao início outrora reconhecido para tal movimento em terras estadunidenses. É sobre esta história que o presente artigo se deterá. A Origem   É bem ...

Oceano de beleza (Pseudohaikai, 2013)

Oceano de beleza (PSEUDOHAIKAI) Dennis Zagha Bluwol, 2013 Oceano de beleza Mente estreita Soterramento

Penumbra (Pseudohaikai, 2013)

Penumbra (PSEUDOHAIKAI) Dennis Zagha Bluwol, 2013 Energia elétrica: Gesto fugaz Mata a penumbra

Libertação 01 (Pseudohaikai, 2013)

Libertação 01 (PSEUDOHAIKAI) Dennis Zagha Bluwol, 2013 Sei que fui engolido. Tal qual Jonas, espero, Serei cuspido.

O Zen e a arte de enganar crianças (Crônica, 2013)

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- Fui até meu professor com nada e voltei com nada. - Por que se dar ao trabalho de ir ter com o professor, então? - De que outra forma eu saberia que fui com nada e voltei com nada? Conversa entre dois antigos mestres Zen Apresento uma experiência real: um modo de enganar crianças ao mesmo tempo em que as presenteia com algo nobre. Em suma, um texto sobre educação. Certa vez fui a uma festa infantil. Sem pensar muito, fui sem presente. Esqueci-me desse pequeno acordo social. Eis que a criança, coitada, ao me cumprimentar, manifestou seu pedido (nessa idade ainda temos a honra de ir direto ao ponto). De improviso, me resolvi... Estendi uma de minhas mãos fechada e disse: - Seu presente está dentro desta mão. Bata nela para abrir. A criança, claro, apesar de um pouco desapontada com o tamanho do presente, meio desconfiada, meio ansiosa, bateu. Abri a mão e, aí estava... o vazio! A criança me olhou com olhar perdido e emendei: - Isto aqui é um presente valiosíssimo: o vazio. Se você apre...